Orientações Gerais

Cuidados dos idosos com a desidratação nos dias de calor.

Publicado em 13/10/2014 às 11h41

Durante os meses mais quentes do ano os idosos devem ter ainda mais cuidado com a desidratação e criar o hábito de ingerir líquido mesmo que não tenham sede. Este é o alerta de Clóvis Cechinel, geriatra do Laboratório Alvaro. Segundo o médico, os idosos acabam não sentindo sede como os jovens e, por isso, só sentem a desidratação quando ela fica mais grave. O geriatra explica que a desidratação acontece quando a eliminação de água do corpo é maior que a sua ingestão. Ele orienta que o vômito, a diarreia, o uso de diuréticos, o calor excessivo, a febre e a redução da ingestão de água, por qualquer razão, podem acarretar na desidratação.

De acordo com Cechinel, no caso de idosos, para a desidratação ser considerada grave não precisa estar associada a grandes perdas como as explicadas acima. Basta o dia estar quente ou com baixa umidade no ar que o idoso irá perder mais água pela respiração e pelo suor, por conta da maior sensibilidade do organismo. “Se não houver reposição adequada, a desidratação é certa. A sensação de sede reduzida, o uso de medicamentos que induzem ao aumento do volume urinário, bem como a função renal diminuída e a incontinência urinária aumentam o risco de desidratação.

Cechinel avisa que tomar água em abundância com regularidade pode evitar todos esses transtornos e garantir uma boa saúde. “A ingestão de líquidos deve ser incorporada à rotina, independentemente de o idoso estar em casa ou não. E vale lembrar que refrigerante e cerveja não devem substituir a água”, reforça. 

Uma sugestão de Cechinel é ter sempre uma garrafinha ou um copo de água por perto, mesmo quando os idosos não estiverem em casa. “Algumas vezes a falta de ingestão de água é relacionada com a dificuldade de segurar a urina, o que constrange muitos idosos. Mas manter o corpo hidratado deve ser a principal preocupação deles”, fala.

O geriatra lembra que o ideal é garantir que a quantidade de líquidos ingerida seja mais ou menos igual às perdas (urina, suor, lágrimas e saliva) e em pequenas doses. “Copos cheios de água causam uma sensação de plenitude gástrica desconfortável para o idoso. É melhor ingerir em pequenas quantidades, várias vezes ao dia. Além disso, colocar sabor na água, por meio de sucos e refrescos, é uma estratégia eficaz para conseguir ingerir a quantidade de líquidos desejada”, comenta.

Diagnóstico e tratamento da desidratação       

Cechinel ressalta que na desidratação acontece uma insuficiência pré-renal, sendo recomendada a mensuração de alguns eletrólitos (sódio e potássio), bem como indicadores da função renal (uréia e creatinina), podendo ser importantes para avaliar o grau de desidratação e as possíveis causas, assim como exames de urina, pois a concentração da urina pode refletir o grau de hidratação do paciente. “Um hemograma completo pode ser também solicitado se o médico achar que uma infecção subjacente está causando a desidratação. Outros exames de sangue, como testes de função hepática, podem ser indicados para encontrar as causas dos sintomas”, conta. 

Dicas sobre como evitar a desidratação

- Beba água em grande quantidade, sempre. A recomendação em dias quentes é cerca de 2 litros por dia.

- Não se esqueça de tomar água ou água de coco quando praticar exercícios físicos.

- Lave e armazene os alimentos de forma adequada para evitar contaminação, vômitos e diarreia.

- Vista roupas leves.

- Em caso inicial de desidratação, o soro caseiro pode ser utilizado. Se mesmo tomando as medidas preventivas não houver melhora, o médico deve ser procurado para que medidas maiores sejam tomadas.

 O calor exige cuidados especiais com os idosos. 

 

Categoria: Nutrição, Orientações Gerais

Terapia: descubra se você precisa fazer com 8 sinais

Publicado em 16/09/2014 às 18h13

Todos passam por períodos de estresse, tristeza, dor e conflito, mas nem sempre é possível lidar com estes sentimentos sem ajuda. O problema é que muitos evitam um terapeuta por ideias erradas, como a de que estes profissionais são indicados para “loucos” ou que buscar auxílio é um sinal de fraqueza. “Quanto mais cedo alguém recebe ajuda, mais fácil é para superar o problema. Haverá menos tempo e menos tensão e estresse envolvidos nisso”, disse o psicólogo Daniel J. Reidenberg. Para ajudar quem está em dúvida, o site Huffington Post reuniu oito sinais de que a terapia pode ser um caminho, listados pelos psicólogos Reidenberg, Mary Alvord e Dorothea Lack. Confira:

Todos os sentimentos são intensos: todas as pessoas ficam tristes e com raiva, mas com qual intensidade e frequência? O excesso contínuo destes sentimentos também pode indicar um problema. Outro item que deve-se ficar de olho é a catastrofização, que é uma forma intensa de ansiedade em que se  superestima as consequências negativas de determinado acontecimento. “Pode ser paralisante, levar a ataques de pânico e até mesmo fazer com que evite certas coisas”, disse a psicóloga Mary Alvord.

 

Quando uma situação traumática não sai da cabeça: a dor causada pela morte de um ente querido, perda do emprego ou fim de um relacionamento pode levar à necessidade de terapia. Muitas vezes, as sensações ruins somem com o tempo, mas, em alguns casos, persistem e passam a prejudicar a vida da pessoa. Entre as reações estão se afastar de amigos ou se aproximar demais deles e a incapacidade de dormir.

Dor de cabeça e baixa resistência: você tem dores de cabeça inexplicáveis, dores de estômago ou resfriados recorrentes? Pesquisas confirmam que o estresse pode se manifestar como doenças físicas. Entre as queixas também estão pontadas musculares (sem prática de atividade física) e dor no pescoço.

Uso de substâncias: se você está bebendo ou usando drogas em maior quantidade ou pensando mais em lançar mão dessas substâncias, pode ser um sinal de que você está procurando formas de anestesiar sentimentos. Alterações no apetite (para mais ou menos) também podem ser sinais de que a pessoa está com problemas em lidar com o estresse. 

Receber feedback negativo no trabalho: mudanças no desempenho profissional  são comuns entre aqueles que lutam com problemas emocionais ou psicológicos. Você pode se sentir desconectado de seu trabalho, mesmo quando ele costumava lhe deixar muito feliz.

Deixar de gostar de atividades prazerosas: se as atividades que considerava prazerosas deixam de ter significado, pode ser um sinal de que algo está errado.

Relacionamentos tensos: nos relacionamentos, tem dificuldade de dizer o que realmente sente ou até de identificar o que está sentindo? Se você se sente constantemente infeliz durante as interações com familiares e parceiro, pode ser um candidato à terapia familiar.  

Amigos estão preocupados: seus amigos costumam notar mudanças no comportamento e alertar. Se você já ouviu perguntas como “está acontecendo algo?” e “está tudo bem?”, talvez seja melhor buscar a ajuda de um profissional.

 

Fonte: Terra

 

 

Categoria: Orientações Gerais

Autismo

Publicado em 11/09/2014 às 10h50

O autismo é caracterizado por severas limitações, como o atraso no desenvolvimento da linguagem, dificuldade em manter relações sociais, comportamento bastante estereotipado e geralmente com significativa restrição no foco de interesses. Pesquisas indicam que esta síndrome alcança de um a cinco casos em cada dez mil crianças. A incidência é maior no sexo masculino, em uma proporção de dois a três homens para cada mulher com autismo.

As crianças autistas apresentam uma incapacidade para estabelecer relações normais com as pessoas e nelas predomina a autossuficiência e o isolamento. O contato físico normalmente é vivenciado com grande angustia e sentimentos de ameaça. Também não se sentem à vontade com mudanças em sua rotina ou alterações de objetos específicos.

Apesar dos avanços nas pesquisas sobre o autismo, não se sabe muito a respeito da sua causa nos indivíduos. De acordo com o que se têm, as dificuldades estariam relacionadas a alterações neuronais e fisiológicas, com relação às diferentes regiões cerebrais. O autismo se apresenta em graus diferenciados na sua patologia e os sintomas apresentados podem variar muito, de acordo com cada indivíduo. Nas formas mais leves do transtorno, a criança é capaz de buscar o contato social, mas de forma geralmente inadequada, enquanto que nos casos mais graves existe um total desinteresse na comunicação interpessoal.

Com relação às atividades lúdicas, a criança autista também se desenvolve de maneira bastante característica. Normalmente não costumam brincar de atividades de faz de conta, desempenhando papéis diferentes do seu próprio. Costumam também manterem-se por longos períodos em atividades repetitivas, imitando mecânica e repetitivamente sons que lhe chamaram a atenção de alguma forma especial. Esse comportamento geralmente ocorre com falas de filmes, músicas e histórias que ouviram.

Existem muitos autistas com talentos e capacidades especiais, e sempre que uma atividade lhes desperta interesse aguçado, costumam desempenhá-la com bastante dedicação e concentração. A criança autista tem grandes dificuldades para interpretar afetos e questões subjetivas. Como geralmente tem problemas em interpretar o “todo”, ela geralmente se concentra apenas nos detalhes, o que prejudica sua percepção.

Outros transtornos mentais normalmente estão associados com o autismo, como o caso do retardo mental (80% dos casos), epilepsia (20 a 40% dos casos), transtornos neuropsiquiátricos, agitação psicomotora, agressividade, ansiedade, distúrbios de sono, depressão e transtorno obsessivo compulsivo. Este conjunto de fatores pode dificultar ainda mais o diagnóstico de autismo, mascarando geralmente o problema principal.

Existem atualmente diversos tratamentos terapêuticos para o diagnóstico de autismo. O importante é detectar a doença o mais cedo possível para que seja feita uma intervenção precoce e significativa. O apoio deve ser focado tanto nas áreas emocionais, como cognitivas e comportamentais.

O autismo é considerado como um transtorno invasivo do desenvolvimento e os critérios atualmente utilizados na área da saúde para seu diagnóstico estão descritos no DSM-IV (Manual Estatístico e Diagnóstico da Associação Americana de Psiquiatria).

Os critérios para o diagnóstico do distúrbio autista seriam pelo menos seis dos doze critérios abaixo, sendo dois de (1) e pelo menos um de (2) e (3).

1) Déficits qualitativos na interação social, manifestados por:

  • Dificuldades marcadas no uso de comunicação não verbal;
  • Falhas na construção de relações interpessoais apropriadas ao nível de desenvolvimento;
  • Falha em procurar, espontaneamente, compartilhar interesses ou atividades prazerosas com outros;
  • Falta de reciprocidade social ou emocional.

2) Déficits qualitativos de comunicação, manifestados por:

  • Falta ou atraso do desenvolvimento da linguagem, não compensada por outros meios (apontar, usar mímica);
  • Déficit marcado na habilidade de iniciar ou manter conversação com indivíduos com linguagem adequada;
  • Uso estereotipado, repetitivo ou idiossincrático da linguagem;
  • Inabilidade no participar de brincadeiras de faz de conta ou imaginativas de forma variada e espontânea para seu nível de desenvolvimento.

3) Padrões de comportamento, atividades e interesses restritos e estereotipados:

  • Preocupação excessiva em termos de intensidade ou de foco, com interesses restritos e estereotipados;
  • Aderência inflexível a rotinas ou rituais;
  • Maneirismos motores repetitivos e estereotipados;
  • Preocupação persistente com partes de objetos.

Alguns autistas também apresentam bastante agressividade e comportamentos automutilantes que podem aumentar na entrada da adolescência. Em alguns momentos podem também apresentar respostas anormais a estímulos sensoriais, tais como sons altos, supersensibilidade tátil, fascínio por determinados estímulos visuais e algumas vezes alta tolerância à dor. Os distúrbios de humor e de afeto também são bastante comuns, e podem ser manifestados por crises de riso ou choro sem motivos aparentes ou mesmo medo e ansiedades.

Fonte: http://www.deborahramos.com

 

 

 

 

Categoria: Orientações Gerais

Vídeos: Operação Biquíni Nesfit com André Trombini

Publicado em 08/02/2014 às 20h43

Confira alguns dos exercícios recomendados por nosso educador físico André  Trombini na Operação Biquíni 14 dias Nesfit para se preparar para o carnaval.

Lembre-se sempre de consultar um profissional de saúde para praticar atividades físicas de forma segura e tenha um bom treino!

 

 

Treino 01

Treino 02

 

 

Treino 03

 

 

Treino 04

 

 

 

Categoria: Orientações Gerais

Veja como se sentar corretamente em frente ao computador

Publicado em 05/02/2014 às 11h55

Evite problemas de saúde. Confira as dicas de como sentar de forma ergonômica em frente ao computador.

 

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Categoria: Orientações Gerais

Como agir em um atendimento de primeiros socorros

Publicado em 03/02/2014 às 09h22

 

Categoria: Orientações Gerais

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